A grana, sempre ela.

Mal vi a seleção aqui. Como sempre aconteceu nas copas que cobri, sou eu de um lado e ela do outro.

Mas a gente tem amigos, né?

Um deles me contou que o time (a “rapaziada” ou “boleirada”, como diz o reportariado íntimo), no geral, ficou bem pau da vida com o Dunga e o Jorginho por causa da reclusão.

Mas não queriam “liberdade, liberdade”, comunicar-se diretamente com o distinto público ou fazer farra só. Até porque, neste grupo aí, o mais provável seria querer ir à igreja.

Eles queriam expor os patrocinadores pessoais.

Além dos básicos e manjados bonés e camisetas, queriam mostrar o tênis, os óculos de sol, o brinco, o colar, a roupa de ir pra… igreja.

Eles apareceram muito pouco, e só de uniforme.

Os milionários deixaram de ganhar mais milzinho cada. E eles ficam bravos quando isso acontece.

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3 opiniões sobre “A grana, sempre ela.”

  1. A Camisa Canarinho é o que menos aparece nos dias de hoje e, mesmo quando vestidos em campo, as chuteiras florescentes queriam aparecer até mais que elas… Deprimente, aliás como a seleção desta copa. Não sofri com a derrota porque ela não me encantava! Que triste o futebol virar business, money, nike, etc…
    Abraços

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